16 de setembro de 2010


Informatização Empresarial: Reengenharia e ERP

Cerca de uma década atrás, no caso de você ter esquecido, enfrentamos turbulências econômicas. Muitas pessoas foram demitidas e as empresas foram acometidas de um desejo ardente de cortar custos. Na ocasião, Michael Hammer e eu escrevemos nossos respectivos artigos sobre reengenharia. Meu erro foi procurar a respeitabilidade acadêmica, que tende a limitar a audiência. Não era minha intenção cunhar um nome mais respeitável para corte de cabeças e nem acredito que fosse a de Hammer. De qualquer forma, foi o que aconteceu.

A palavra reengenharia se tornou um código para demissões. Certamente houve empresas que fizeram reengenharia mais ou menos da maneira certa, com um foco em grandes processos multifunções e mudança radical. Mas até estas corporações tiveram problemas, e por algumas razões. Para começar, expectativas desproporcionais. As companhias acreditavam (ou foram levadas a acreditar) que era possível aplicar reengenharia com êxito a um processo importante em um ano. Elas acabaram descobrindo que, embora fosse possível projetar um novo processo revolucionário em pouco tempo, implementá-lo – gerar a mudança organizacional, as novas habilidades e assim por diante – levava alguns anos.

Os sistemas de informação eram outro problema. Programas multifunções abrangentes afastavam-se muito das arquiteturas de tecnologia da informação encontradas com mais freqüência nas organizações. Os sistemas de gestão empresariais (ERP) não estavam amadurecidos no início da reengenharia e as empresas tinham que desenvolver seus próprios programas ou juntar pacotes. Depois, quando se tornaram amplamente disponíveis, gerentes em corporações perceberam que tinham um importante papel a desempenhar em reengenharia. Ainda assim, como os software eram difíceis de modificar (e muitas empresas queriam prevenir problemas do ano 2000), processos que sofreram reengenharia customizada se tornaram rapidamente processos genéricos padrões da indústria.



Educação a Distância

Educação a distância (EaD, também chamada de teleducação), por vezes designada erradamente por ensino à distância,[1][2][3][4][5][nota 1] é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, assim como, permite também que faça seu auto estudo em tempo distinto. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz.

A interligação (conexão) entre professor e aluno se dá por meio de tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet, em especial as hipermídias, mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax, o celular, o iPod, o notebook, entre outras tecnologias semelhantes.

Na expressão ensino a distância a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). O termo educação é preferido por ser mais abrangente, embora nenhuma das expressões, segundo o professor, seja plenamente completa.



E-business x e-commerce - Definindo papéis

Caros amigos! Agora vamos falar de e-commerce tentando solucionar uma confusão existente sobre o que é e-business e o que é e-commerce. Se tiver alguma dúvida ou sugestão, faça um comentário ou envie um e-mail. E lá vamos nós. =)
O que é o e-business?
O termo e-business já tem registro desde 1995 sob o nome de uma revista on-line, mas foi em 1997, em uma campanha criada pela Ogilvy & Mather, que a IBM popularizou o e-business. Ela associou o termo a novas oportunidade em negócios altamente conectados, ligando o termo diretamente a internet.
Na verdade o e-business é muito mais que isto. O e-business pode ser definido como sistemas de informação que auxiliam os processos de negócio. Estes sistemas podem ser desde B2C e B2B até CRM, Supply Chain Management (SCM) e gerenciadores de conteúdo. Claro que o termo varia de autor para autor, mas a essência é esta.
Vantagens do e-business
Algumas das principais vantagens do e-business são:
- integração: sistemas conectados como ERP e SCM facilitam a troca de informações;
- agilidade: informações em tempo real sobre o seu negócio, facilitam a tomada de decisão;
- transparência: todas as etapas envolvidas estão disponíveis para o nível gerencial.
Com o e-business entendido, podemos seguir para o e-commerce. Já vimos o que é e-commerce. Ele faz parte do e-business. Ele compreende não apenas a parte de compras e vendas, mas também o marketing, a logística, a infra-estrutura e o atendimento ao cliente.
Por fazer parte do e-business, o e-commerce deve seguir a mesma estratégia traçada. Ambos são essenciais para estabelecer um novo patamar para as empresas.
Conclusão
O e-business e o e-commerce recebem definições diferentes inclusive de autores respeitados, mas o mais importante é saber que eles existem e auxiliam as empresas a alcançar novos mercados, agilizar a troca de informações e estreitar relacionamento com clientes e fornecedores.
- Quem faz o profissional é você.
Sucesso e até a próxima pessoAll.

INTERNET
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A definição de internet é um conglomerado de redes locais espalhadas pelo mundo, o que torna possível e interligação entre os computadores utilizando o protocolo de internet. A internet é uma das melhores formas de pesquisa hoje encontrada, de fácil acesso e capacidade de assimilação do que é buscado. Em março de 2007 foi feito um senso que divulgou que cerca de 16,9% da população mundial utiliza internet, ou seja, cerca de 1,1 bilhão de pessoas, hoje este valor deve ser maior devido à grande taxa de crescimento da internet no ano de 2008.


A internet serve como um dos principais meios de comunicação inventados pelo homem. A capacidade de transmitir dados à longa distância faz com que a internet tenha milhões de adeptos diários. Com a internet se pode transmitir texto, fotos, vídeos, fazer ligações por voz ou vídeo com pessoas do outro lado do mundo instantaneamente.

INTRANET

A intranet é um espaço restrito a determinado público utilizado para compartilhamento de informações restritas. Geralmente utilizado em servidores locais instalados na empresa

EXTRANET

A extranet seria uma extensão da intranet. Funciona igualmente como a intranet, porém sua principal característica é a possibilidade de acesso via internet, ou seja, de qualquer lugar do mundo você pode acessar os dados de sua empresa. A idéia de uma extranet é melhorar a comunicação entre os funcionários e parceiros além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar novas soluções.



WEB 2.0

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.

Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing.
Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.





Internet 2.0

O termo, que tem entre seus criadores um outro Tim (O’ Reilly), surgiu em outubro de 2004, após a realização da conferência Web 2.0, em São Francisco, EUA, organizada pelas empresas MediaLive e O’Reilly Media. Durante um brainstorm, nasceu a idéia de inaugurar uma fase da Web que permitisse mais liberdade ao usuário, que deixa de ser passivo e passa a ter, também, a responsabilidade de produzir, mixar e classificar o conteúdo. A idéia vingou e, agora, começam a nascer os primeiros sites colaborativos em Web 2.0.Na verdade, se juntarmos dez defensores do termo, cada um vai apresentar um ponto de vista distinto, de questões conceituais a técnicas.Mas existe um sentimento no ar, a intuição, de que uma nova fase começa. Projetos e mais projetos, como Wikipedia, Orkut, a construção coletiva do Linux, a consolidação da Amazon. Para a qual, a sociedade (incluindo empresas) não compreendeu ainda a grande oportunidade.Dizemos, então, que a web é um novo meio, fortemente voltado para a interação e que para nos aproveitarmos dele precisamos mudar paradigmas, se quisermos tirar proveito do que oferece.